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Sábado 31 Julho e Domingo 1 Agosto | 22:30
Espaço Mota-Engil/Real Estate
MORRO COMO PAÍS
Colectivo 84, direcção de John Romão
co-produção, residência de criação, antestreia
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Hoje, a morte e a noção de fim cruzam-se em permanência no quotidiano, sem ninguém parar ou reparar atentamente. A morte é como um gelado derretido no passeio, não se pode provar e quando passamos ao seu lado não queremos lambê-lo. "Morro como país" (1978), texto do dramaturgo grego contemporâneo Dimítris Dimitriádis, fala da morte de um território devastado pela guerra civil, pela corrupção política e pela subversão da moral, figuração trágica numa espécie de amálgama de todas as perversões e subversões. Foi a partir deste texto que começámos a escrever a nossa própria proposta, que junta o sabor doce da decadência absoluta e da negação para com o estado actual das sociedades europeias ao fim do mundo, que acontece lentamente à beira-mar, com a língua colada na areia, à procura do sorvete. É um espectáculo, assim, escatológico, por procurar perceber o que é o fim das coisas.
Texto: Dimítris Dimitriádis Direcção e espaço cénico: John Romão Dramaturgia: Mickael de Oliveira Interpretação: Cláudia Dias, Cláudio da Silva e João Folgado Música: Daniel Romero (.tape.) Esculturas: Pedro Mira Desenho de luz: Daniel Worm d'Assumpção Desenho de som: Jorge Pina Produção executiva: Colectivo 84 Assistência de produção: Lara Silveira Co-produção: Colectivo 84 / Penetrarte, Murmuriu e Citemor Apoios: Artistas Unidos, Bomba Suicida, Câmara Municipal de Almada, Fundação Calouste Gulbenkian e ZDB
O Colectivo 84 / Penetrarte - Associação Cultural é uma estrutura associada da Associação Zé dos Bois (ZDB) e da Casa das Caldeiras (Coimbra).
site: http://colectivo84.blogspot.com/
Bilheteira no Teatro Esther de Carvalho e transporte em autocarro para o local do espectáculo
> Bilhete: 10 euros Bilhete com desconto: 7 euros
(desconto aplicável a menores de 25 anos, estudantes e profissionais das artes do espectáculo) |
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